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Showing posts from April, 2007

Que semana!!!

Quando escrevi um post descrevendo uma noite complicada com o Eduardo eu não imaginava o quanto a semana inteira seria complicada. Após aquela noite fatídica a febre do Eduardo se extendeu ainda por 4 dias acompanhada de uma tosse terrível e sem apetite nenhuma. Me redobrei em cuidados mas não me preocupei muito em cuidar de mim. Conclusão: no sábado a tarde quem ficou com febre fui eu.

A gripe, somada com uma anemia que ganhei nesta fase da gravidez, e ainda com pouco descanso por conta da gripe super forte do Edu, resultou na gripe mais forte que já tive em toda minha vida. Foram 4 dias com febre sem conseguir fazer absolutamente nada. Tive que pedir pra minha querida mãezinha (vai ser um post a parte) vir ficar aqui em casa pra cuidar de mim e das crianças (levando em consideração que o Edu continuava doente também).

O Edu se restabeleceu totalmente somente na terça-feira e ficou bem mais animadinho, então foi a vez da Helena. Levando em conta que tudo o que aconteceu com o Eduardo…

O bule verde

Há alguns meses atrás ganhei de presente um bule verde: sim um bule naquele formato mais tradicional possível mas verde abacate. Tudo bem que aqui em casa ninguem toma café; tudo bem também que verde abacate não é minha cor preferida, mas como sei que foi um presente dado de coração por uma senhorinha de mais de 90 anos, agradeci muito e o trouxe pra casa.

A princípio pensei em guarda-lo no armário naquela parte que a gente usa pouco, mas... foi um presente dado de coração por uma senhorinha de mais de 90 anos e eu fiquei com peso na consciencia e coloquei-o junto às minhas outras panelas. Mas lá no fundo do armário pra não ficar atrapalhando, mesmo tendo sido um presente dado... bom todo mundo já sabe!

E não é que há algumas semanas eu descobri que o tal do bule me ajuda muito????!!!! A Helena está com 1 ano e 3 meses e está terrível: ela sobe em tudo, mexe em tudo, bagunça tudo e descobriu os meus armários da cozinha. Com tantas novidades é muito dificil convence-la a não mexer naquel…

Que noite!!!

Só pelo fato do Sergio ter viajado esta noite já prometia não ser muito tranquila. Em geral quando ele viaja meu sono fica super leve e eu acordo por qualquer respiração mais forte das crianças. Sem contar que acabo indo dormir tarde; ontem fui pra cama a 1:00h.

Como estava cansada adormeci super rápido e mais ou menos a 1:30 acordei com um som estranho no telhado. Parecia que alguem andava sobre ele. Fiquei quieta, prestando atenção e percebi que tinha alguem no forro da casa. Já criei várias histórias fantásticas mas depois de um tempo acabei concluindo que uma pessoa não conseguiria andar muito no forro da casa e cheguei à conclusão de que se tratava de um gato (ou rato bem grande). Esperei mais um pouco mas o som parou de vez e eu consegui adormecer de novo.

Mais ou menos as 3 da manhã acordei com o Eduardo tossindo muito, falando coisas desconexas e quando cheguei no quarto deles ele estava vomitando e com febre. Levei-o para o banheiro, lavei-o, troquei sua roupa e abri a primeira…

Preparando a chegada da Luisa

Sempre tive a preocupação de nunca deixar parecer que a chegada de um irmãozinho estivesse mudando alguma coisa pra pior na vida do mais velho. Por isso decidimos já comprar uma cama nova pra Helena para que ela não associe a chegada da Luisa com a perda do seu bercinho. Se bem que conhecendo-a ela não vai sentir falta nenhuma daquela jaulinha; quem vai sentir falta serei eu que acordarei de manhã e em algumas madrugadas com aquele rostinho lindo ao lado da minha cama.

No final de semana passado nós fomos comprar uma cama pra ela. Como só temos 1 quarto para os três (e não dá pra pensar em mudar de casa agora) ficamos na dúvida se devíamos comprar um beliche ou uma bicama. No final optamos pela bicama porque o Edu ainda é muito pequeno pra dormir no alto e a Helena também é pequena pra dormir em uma cama normal. Alem disso, o beliche se transformaria em um brinquedo muito interessante para os dois durante o dia. Assim, os dois ganharam camas novas com a chegada da irmã.

O Edu havia me p…

Os milagres do feijão

Quando a minha sobrinha era pequena ela dizia que gostava mais do feijão de panela de pressão. Pode parecer estranho a princípio mas depois de pensar um pouco fez muito sentido pra todo mundo da familia. Como minha irmã cozinha o feijao e depois o congela, a minha sobrinha na verdade estava querendo dizer que gostava de feijão cozido na hora. Agora todo mundo na família fala do feijão de panela de pressão: "Hummmm, hj tem feijao de panela de pressao!"

Eu particularmente não sou apaixonada por feijão. Como praticamente todos os dias e procuro cozinha-lo um dia sim, outro não, mas passo muito bem sem ele. O que me intriga é que ouço sempre que preciso comer feijão pra nao ter anemia. E não adianta falar que o ferro do feijão não é bem absorvido pelo nosso organismo, não adianta falar que como bastante carne, não tem desculpa: mulher grávida tem que comer feijão.

Eu prefiro mil vezes uma carninha vermelha, um franguinho, um peixinho e se for pra comer leguminosa, ao invés do feij…

Aprendendo a dar valor ao que realmente importa

Ontem passei um dia terrível! Recebi a notícia do falecimento do Vinícius que vinha lutando contra a leucemia desde fevereiro. Li todo o blog da Renata onde está descrita toda a vida do Vini e fiquei aqui chorando esta perda. O que mais me emocionou foi a força desta mãe, seu otimismo e generosidade. Mesmo em momentos tão difíceis da sua vida ela ainda teve cabeça pra se preocupar com os outros.

Escrevi para o Sergio desesperada por causa daquela sensação de medo de que algo ruim acontecesse com nossos filhos e ele com sua praticidade me respondeu:

-Bom, quanto a doença dos filhos não tem jeito. Basta viver para correr riscos! Só que temos duas opções na vida, ou desencana disso e sofre muito depois na hora se acontecer alguma coisa ou fica a vida inteira sofrendo um pouquinho e depois se acontecer alguma coisa, sofre muito mesma coisa.

E ele tem toda razão. Nós dois tivemos pais que sempre se preparavam para o pior. O pai do Sergio era super protetor e para que eles não corressem risco…

Já fez a lição de casa?

Voltei a fazer lição de casa. Tudo bem que é só de terça-feira mas tenho esta tarefa a cumprir e o pior: ensinar o Eduardo a ter um bom hábito pra fazer lição. São coisas simples e rápidas mas eu procuro deixar que ele faça tudo sozinho mesmo que fique meio torto ou um pouco esquisito.

Esta semana a lição era recortar e colar letrinhas de revistas pra formar o nome dele. Naquele momento eu pensei que ele podia ter um nome mais curto: Ivo por exemplo, risos. Pegamos umas revistas e não só ele procurava a letra como a recortava e colava sozinho. Eu fiquei junto o tempo todo, dei algumas dicas mas procurei não me intrometer muito, tanto é que a letra A foi colada de ponta cabeça.

Mas até que o resultado ficou bom e ele ficou todo orgulhoso quando viu o nome dele formado. Nesta brincadeira passamos a tarde toda e eu ganhei um monte de pedacinhos de papel picado no meu tapete e um pouco de cola no meu sofá. Mas vale a pena!

Até a Helena se divertiu folhando as revistas e me mostrando com o …

Tarde no museu

É meio complicado distrair criança pequena em museu. Fomos ao Masp ver o Goya e depois de 15 minutos, andando sem sentido e olhando um monte de desenhos esquisitos, Eduardo e Helena se encheram. Não posso reclamar porque de uma maneira geral eles se comportaram super bem, mas colocavam as mãos nas paredes, ficavam correndo de uma lado pro outro e depois de um tempo o Sergio e eu percebemos que o jeito era, enquanto um olhava as obras o outro tentava distraí-los.

Nossos problemas realmente acabaram quando encontramos um banco na medida certa para distrair criança pequena. Um banco totalmente normal mas com um providencial buraco no meio. Não sei as medidas do tal buraco mas eram do tamanho exato para que tanto a Helena quando o Eduardo conseguiseem passar dentro dela e sair embaixo do banco.

Acampamos ali por um bom tempo e enquanto um dava uma volta pela sala o outro ficava sentado no banco somente controlando as ideias de girico que surgem de vez em quando. Mas ficar entrando e saindo …

Absurdo

Não tem coisa mais gostosa do que ver o seu filho dizer a primeira palavrinha. E acho que toda mãe espera que eles comecem com aquele balbuciar:

- Mamã...

Pois meus filhos quiseram inovar. O Edu começou gritando gol. Chutava a bola e gritava:

- Goooolll.

Bom, até ai tudo bem já que ele sempre gostou muito de jogar bola. Agora a Helena não só quis inovar como quis me provocar. A menina não fala nada o dia todo mas basta o pai dela mexer no portão a noite e eu, com minha bocona perguntar:

- Cadê o papai, Helena?

Ela sai correndo em direção a porta e fica falando:

- Papa, papa...

Nesta semana que o Sergio viajou, bastava eu falar nele pra ela começar gritar: "papaaa, papaaa".

Não é uma afronta?







In Process

Eu me considero uma pessoa equilibrada, mas acho que só eu me vejo assim...

Este processo de imigração nos deixa tão ansiosos que a gente fica procurando pêlo em ovo. Recebemos a nossa cartinha no sábado dia 31/03 e como não consegui acessar o e-CASj á inventei um monte de hístórias terríveis a respeito.

Agora a pouco, do nada, resolvi tentar novemante e estava lá: "We started processing your application on March 28, 2007".

Eu, que sempre fui a verdadeira Pollyanna não estou me reconhecendo!

Acknowledgement of receipt letter

Recebemos hj nossa cartinha do consulado do Canadá. Achei que foi super rapido. Foi um susto super bom. O nosso formulário chegou ao Consulado no dia 22 de março e a carta foi postada dia 28/03.

Entretanto tenho a impressão de que o nosso processo ainda não foi aberto apesar de termos o número dele. A carta explica que há uma fila no processamento dos pedidos nesta categoria e o número do nosso processo ainda não consta no
e-CAS. Pra variar eles repetem que não é necessário entrar em contato com o Consulado.

Como não temos outra alternativa, só nos resta esperar.