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Pra quem jamais ganhou uma rifa...

Sábado passado foi a festa junina na escola do Edu e nem bem nós chegamos já apareceram duas meninas da comissão de formatura vendendo uma rifa. Eu detesto rifa porque nunca fui sorteada, então sempre considerei dinheiro jogado fora. Mas desta vez resolvi comprar um número porque sabia que ia encontrar com o pessoal da comissão o dia inteiro e teria que ficar dando desculpas. Procurei um trocado na bolsa e comprei um único número (o 119).

Aquele dia foi um dia super complicado porque o Edu dançou quadrilha as 13 horas e a Helena ia dançar as 15, em outra escola, sem contar que o Sergio tinha que estar no aeroporto as 19 (sim, ele está viajando e só volta no dia 30). Eu estava tão aérea com tantas coisas pra resolver que nem prestei muita atenção no prêmio.
À noite toca o telefone e um jovem pergunta se era a Marilene, professora de biologia. Eu achei aquela conversa tão esquisita e disse que não. Ele insistiu dizendo que eu tinha sido sorteada, mas não se identificava e eu imaginando qual seria o golpe que estavam tentando me passar: será que era algum novo tipo de extorsão feita por presidiários?

Depois de um tempão foi que me lembrei que tinha comprado um numero de uma rifa e então perguntei se era do colégio (tomando o cuidado de não dizer o nome do colégio; coisa de doido!!!) Então o moço se identificou e falou de onde estava falando e que eu tinha ganhado o premio: um Ipod.



Fiquei super feliz porque o Sergio ia aproveitar a viagem para os EUA para comprar um pra ele. Na segunda feira fui buscar o meu prêmio: um Ipod da apple nano de Gb, silver, lindo!!!


Até que pra quem sempre jogou dinheiro fora com rifas eu me dei bem, né??? Só não sei se o Sergio vai querer andar com ele no trem pra ir trabalhar.

Legal foi o "preconceito" que eu sofri quando fui buscar meu prêmio, mas isso é assunto pra outro post.