Jul 29, 2008

Tudo de ponta cabeça

Hoje enquanto a Helena brincava no computador com o cd rom do Coelho Sabido (ótimo pra idade dela) a Luísa no meu colo brincava com o mouse e eu lia as correspondências atrasadas que chegaram todas ao mesmo tempo. De repente, olho para o computador e vejo que tudo estava de ponta cabeça no joguinho. Levei um susto e como não conseguia nem mexer com o mouse desliguei o computador e liguei novamente na esperança de que tudo voltasse ao normal.

Agora sim levei um grande susto!!!! Tudo continuava de ponta cabeça. Não fazia a mínima idéia de quem tinha feito oque pra criar aquela confusão. Passei a tarde toda mexendo aqui e ali tentando resolver o problema com a grande dificuldade de que o mouse seguia a orientação da tela ou seja, estava tudo trocado.

Só agora, no final da tarde eu cliquei com o botão direito (pensando em clicar com o esquerdo) e vi uma opção: graphics options, depois cliquei em graphics properties, rotation e vi 180 degree assinalado. Colocando na posição normal tudo ficou certo novamente. Como as duas conseguiram fazer esta proeza eu nem imagino. O fato é que não posso deixar as duas sozinhas perto do computador.

A grande dificuldade mesmo foi convencer meu cérebro de que pra ir pra cima eu tinha que puxar o mouse pra baixo, pra direita ele tinha que ir pra esquerda e assim por diante.

PS: e hj a Helena está com a corda toda. Enquanto eu escrevia este post ela apagou toda a lição de casa que o Edu tinha feito. Bom, deixa eu correr antes que ela coloque fogo na casa!!!

Como está o berço do seu bebê?

Faz muito tempo que eu quero falar sobre algumas orientações que recebi do meu pediatra na primeira consulta de cada um dos meus filhos e agora com o caso do menino Gabriel, que morreu na escolinha eu resolvi escrever a respeito.

Durante a gravidez, nós pais, encontramos uma enxurrada de produtos super interessantes pra decorar o quarto do bebê. E é claro que o berço não poderia ficar de fora: são milhões de kits pra berço, um mais lindo que o outro e cada vez o número de peças que compoem o conjunto está maior, deixando os berços lindos mas cheios de perigos.

O pediatra dos meus filhos aconselha a não deixar nada solto no berço. Até os bichinhos de pelúcia podem causar sufocação em crianças pequenas; assim como travesseiros ou aquelas "balas" que sempre acompanham os kits mas que não podem ser amarradas.

Outro conselho legal é o de colocar a criança sempre no "pé" do berço e nunca com a cabeça na cabeceira. Colocando a criança com os pésinhos próximos ao "pé" do berço, ela não corre o risco de escorregar e entrar embaixo do cobertor e se asfixiar.

O cobertor deve estar sempre preso embaixo do berço, tanto nas laterais como na parte de baixo e sempre embaixo dos bracinhos do bebê para que este não corra o risco de puxa-lo sobre si e se asfixiar.

Devemos sempre lembrar que criança pequena não sabe se proteger e que se por um lado elas são capazes de puxar as coisas sobre si, elas nem sempre conseguem tirar de cima algo que as esteja incomodando.

Alem de todos estes cuidados, sempre deixei o berço inclinado em mais ou menos 30°. Para isso pode-se colocar um calço sob os pés do berço ou alguma coisa embaixo do colchão. Eu sempre achei super importante para caso a criança regurgite ela não sufoque com o próprio vômito.

Ainda hoje, quando um deles está gripado, com nariz entupido, eu costumo colocar algo que levante um pouco a cabeceira da cama pra respirarem melhor.


Devemos prestar muita atenção também na altura do berço. De um dia pro outro os bebê erguem a cabeça e em pouco tempo começam rolar pela cama e se apoiar tentando levantar. Pra evitar acidentes o berço deve ser abaixado antes que o seu bebê consiga alcançar a grade e tente se apoiar nela. O ideal é que, quando em pé, a grade esteja na altura do pescoço do bebê.

É bem verdade que nem sempre os cuidados são suficientes: eu abaixei o berço da Luisa até o último nível mas ele fica próximo à cama do Eduardo. Pra facilitar eu deixava a grade abaixada, ficando na altura do pescoço dela. Pois ela se apoia no protetor de berço e com a grade na altura do peito pula pra cama. Conclusão: grade levantada no último nível possivel e mais nada solto dentro do berço pra ela não conseguir se apoiar.

Com criança pequena todo cuidado é pouco!!!

PS:Voltando ao menino Gabriel: eu não consigo imaginar o sentimento da família em um momento tão terrivel, mas precisamos esperar os resultados da perícia pra condenar alguém. E mesmo com a mãe mais cuidadosa do mundo, mais atenta, mais preparada, fatalidades acontecem. Não estou aqui defendendo a escola, mas acho importante esperar antes de condena-la.


Quando se fala em escola, eu particularmente sou muuuuuuito chata: visito, pergunto, converso, converso mais, observo, observo, observo. Em especial quando se trata de escola pra criança pequena. Eu gosto de entrar na escola, olho cada cantinho, converso "informalmente" com todos os funcionários (assim, como quem não quer nada) e mesmo tendo gostado da escola e confiado meu filho a ela, continuo observando. Ainda assim, errei na hora da escolha e acabei tendo que mudar a Helena de escola.

O que eu aprendi:
- não fiquem com dúvidas em relação a escola, não tenham vergonha de perguntar varias vezes a mesma coisa até obterem uma resposta satisfatória
- enquanto estiverem visitando ou conversando com a dona da escola, preste atenção aos sons, as conversas das crianças, a voz das professoras, os choros e o que as crianças estão fazendo.
- não escolha a escola pelo status que ela tem, porque ela é cara ou um pouco mais barata, porque é grande e bonita...
- pense no método que a escola adota, pense nos valores que vc quer passar para o seu filho e tente encontrar uma escola que siga uma filosofia parecida com a sua (não dá pra mudar a escola, dá pra mudar o seu filho de escola).
- o que é bom pra mim não necessariamente vai ser bom para o seu filho e pra vc. Mesmo já tendo feito a sua escolha observe o seu filho. Não permita que ele seja infeliz no ambiente escolar.

Jul 22, 2008

Orações subordinadas

É muito legal acompanhar o desenvolvimento da fala nas crianças. Tudo começa com aquele ááááá, bá bá bá, má má má sem nenhum sentido aparente. De repente ao ver a sopinha a criança já é capaz de repetir sempre o pá pá e pra mamadeira ela diz má má. Na hora do desespero ela, a criança balbucia mãmã, mas não dá pra saber se ela queria mesmo chamar a mamãe ou pedir socorro. A Luísa está nesta fase e a cada dia ela inclui uma consoante no seu vocabulário, mas as sílabas ainda são repetitivas.

Com o tempo as palavras vão tendo significado para eles e tudo o que vc fala se torna interessante; é a fase do papagaio em que a criança tenta repetir tudo o que houve. Período muito perigoso este porque naquele HD vazio tudo vai sendo memorizado. Daí para as pequenas frases é um passo e você começa ouvir seu filho tentando repetir aquelas frases que vc fala o dia todo: "Vai deitar leo", "ai minha nossa senhora!!!", "vc acha isso certo???"

Até bem pouco tempo atrás a Helena estava nesta fase: tudo o que ouvia, repetia ou tentava repetir. É super engraçado porque ela não consegue perceber que está pronunciando errado e acaba inventando palavras que a familia inteira começa falar também. Então, minha irmã Márcia é a Fársia e minha amiga Nádia é a Sárcia, o Dudu era o Bubu e a Luísa era a Ciza. Acontece que o tempo vai passando e a criança vai aprendendo a pronunciar as palavras e percebe que aquelas que ela "inventou" não fazem o menor sentido e quem começa nos corrigir são elas:

Sergio : Helena, chama o Bubu pra mim?
Helena: Não é Bubu, papai; é Dudu!

Este mês a Helena teve mais um avanço no aprendizado da lingua portuguesa: começou as orações subordinadas. De repente ela começou as subordinadas aditivas; usando o e. Mas esta semana me surpreendeu com uma oração do tipo:Agora eu não quero fazer isso porque aquilo vai acontecer. E passa o dia todo falando: conversa comigo, conversa com a Luísa e conversa com as bonecas, os bichinhos de pelúcia ou sozinha mesmo. Gosta muito de "ler os seus livrinhos e tentar reproduzir a história que eu contei ou fica cantando as musiquinhas que eu ensino. E ela decora super fácil as músicas; basta ouvir uma vez pra já começar tentar cantar junto.

E o Edu??? Bem, este já é totalmente fluente, eu diria. Fala, conversa, pergunta, explica, questiona o tempo todo. Conversa como um mocinho e pra qualquer resposta que vc dá a ele, sempre vem uma outra pergunta ou um comentário. Não gosta muito de ser fotografado mas quando eu falo que vou filmar, pára o que está fazendo e vem correndo. Da família toda é o mais desinibido e adora cantar pra eu gravar.

Assim como eu, eles estão sempre cantando. Vira e mexe um deles vem e pede pra que eu cante aquela música; sabe aquela???? e eu tenho que ficar tentando adivinhar de qual música eles estão falando. Há um tempo atrás eu passei semanas cantando O pato pateta; em seguida foi o sapo não lava o pé. Agora tenho cantado a música do Pintinho amarelinho.

O mais engraçado é que eles entram na música e ficaram inconformados quando o pato pateta foi pra panela ou quando o sabiá fugiu da gaiola (outra música que eles adoram) e agora com o medo que o pintinho tem do gavião.

A Luísa ainda não canta mas já ensaia os primeiros movimentos. Quando começa a cantoria as perninhas nervosas começam se mexer e ela bate palmas.

Reforço Positivo

Eu não costumo ficar aqui falando muito dos defeitos dos meus filhos. De vez em quando eu comento sobre uma manha ou birra mas não gosto de ficar aqui lamentando as "imperfeições" deles; até porque eu acredito que influencio muito o comportamento deles e me sinto responsável por boa parte da falta de educação deles.

Na verdade eu acredito muito em um tipo de educação baseada no reforço positivo. Na minha família nós sempre tivemos aquela filosofia de mostrar os erros. As vezes a criança faz milhões de coisas boas, vai bem na escola, se comporta bem, é organizada, come de tudo mas faz xixi na cama e todo mundo se lembra do xixi e se esquece do resto. Como já sofri muito com este tipo de educação eu tento fazer diferente aqui em casa.

É claro que dou bronca, coloco de castigo, explico porque não fazer determinadas coisas e porque fazer outras. As crianças já sabem que algumas coisas podem fazer sempre, outras podem fazer de vez em quando e algumas coisas não podem fazer NUNCA. E eles são tão conscientes de tudo, tudo sempre foi tão conversado e explicado que eles tentam argumentar para o que é possível mudar mas já fazem automaticamente as coisas que sabem não ter negociação (como uso de cadeirão no carro, por exemplo).

Nem sempre os resultados são vistos com facilidade, mas as vezes...

O Edu deixou as fraldas com 2 anos, mas continuava fazendo xixi durante a noite então continuei colocando fralda pra dormir. Ao longo deste tempo eu já tentei varias coisas pra tirar a fralda noturna mas não obtive resultados. Agora a Helena, também com 2 anos deixou as fraldas. Por precaução eu continuei colocando fralda pra dormir mas ela simplesmente não faz xixi na cama. A fralda amanhece seca todos os dias enquanto a do Eduardo amanhecia molhada.

Amanhecia: porque de umas semanas pra cá as coisas estão mudando. Eu procuro nunca brigar com ele por causa da fralda molhada de manhã: tiro a fralda, troco a roupa quando precisa e não faço sermão. As vezes ele fica chateado como no dia em que molhou a minha cama e eu simplesmente falo que estas coisas acontecem e que basta trocar o lençol e tudo bem. Por outro lado elogio o fato da Helena acordar com a fralda sequinha: vou com ela ao banheiro e damos tchau pro xixi e ela fica toda orgulhosa.

E não é que o Edu simplesmente parou de fazer xixi na fralda??? Eu levo os dois ao banheiro antes de ir dormir e quando me levanto levo novamente e as duas fraldas estão sequinhas. Faço a maior propaganda agora: elogio, digo que estão ficando grandes, conto pra todo mundo e os dois ficam super orgulhosos pela conquista.

Dentro em breve vou deixar de colocar a fralda a noite e faremos mais uma festa por esta conquista!

Jul 20, 2008

Batizado da Luísa
















Hoje foi o batizado da Luísa e ela se comportou muito bem. Durante a missa ficou "conversando" com um outro menino que também foi batizado. Nós estávamos atrás dele e quando ele "falava" alguma coisa ela "respondia" em seguida. Pena que o menino dormiu e na falta de interlocutor ela começou participar da missa: quando o padre falava ela ia respondendo e quando todo mundo cantava ela acompanhava.

Na hora do batizado (que foi após a missa) ela estava exausta mas continuou acordada e não se incomodou nem um pouco com o padre, nem com o óleo e só ameaçou chorar na hora da água porque escorreu um pouco no olhinho dela.

Enfim, foi muito bom e tranquilo.


PS: Por coincidência o padre da paróquia da minha mãe é canadense e apesar de morar no Brasil há muitos anos, ele ainda tem muito sotaque e os paroquianos vivem reclamando que não dá pra entender o que ele fala. No batizado da Helena, nós estávamos nos preparando pra entrar com o processo e quando falamos para o padre ele nos incentivou dizendo que íamos gostar muito de lá.

Jul 18, 2008

Mal entendido

Certa vez o Sergio recebeu uma mensagem no celular falando alguma coisa do tipo "obrigada pela noite inesquecível". Sabiamente, a primeira coisa que ele fez foi me mostrar a mensagem e já deixou o celular comigo pra eu resolver o que eu queria fazer com aquela "situação".

A princípio eu não ia fazer nada mas depois da terceira ou quarta mensagem eu resolvi retornar a ligação e quem atendeu o celular foi o MARIDO da fulana que estava mandando as mensagens. Com minha discrição a toda prova eu pedi que ele avisasse a dona do celular que ela estava enganada e mandando mensagens para o celular do meu marido e final da história.

Nós nos esquecemos totalmente desta pequena ocorrência até que um incidente parecido aconteceu com um conhecido nosso. O único detalhe é que a esposa dele não foi tão compreensiva e ele está passando maus bocados enquanto não consegue convencê-la de que tudo não passa de um mal entendido.

E vc, o que faria? Ficaria tranquilo(a) ou o seu cônjuge estaria dormindo no sofá até provar sua inocência???

Jul 12, 2008

Eu e...

Eu e a betoneira: estava eu tranquilamente dirigindo na pista da direita emparelhada com uma betoneira. Quando vi que havia um carro estacionado na pista em que eu estava, eu acelerei um pouco e entrei na frente dela pra desviar do carro parado mas voltei pra faixa da direita assim que passei por ele. Na frente do carro haviam dois policiais mas nenhuma viatura. Quando vi, a betoneira bateu no meu carro quebrando o vidro do, amassando as duas portas e ainda um pouco da lataria do carro. Desci, olhei se estava tudo bem com as crianças e fui pegar os dados do motorista da betoneira. Os dois policiais se aproximaram, peguei o telefone da empresa, os dados do caminhão e do motorista e fui pra casa. Fiz BO e liguei pra empresa pra conversar sobre o que fazer e fiquei sabendo que o motorista da betoneira, no seu BO, disse eu bati na betoneira porque estava tentando fugir de uma blitz. Blitz???? Mas não tinha blitz nenhuma!!!!???? Bom, seja lá como for a empresa (Camargo Correa) resolveu acionar o seu seguro e vai pagar o conserto do meu carro. Vamos ver!!!

Eu e a polícia: após o acidente fui fazer o boletim de ocorrência e o atendimento foi excelente: rápido, fui muito bem tratada, quase todo mundo teve muito boa vontade mas as condições de trabalho da polícia são mesmo deprimentes. Na hora de imprimir o boletim de ocorrência a impressora estava sem tinta. A impressão ficou ilegível e os policiais muiiiito constrangidos. Então eu fui em casa, peguei um disquete daquele antigo, gravei o arquivo do boletim de ocorrência e fui em uma copiadora do shopping aqui perto de casa. O cara da copiadora me disse que só salvamos a primeira pagina. Voltei pra delegacia pra salvarmos as outras três páginas e qual não foi minha surpresa quando vi que o arquivo estava completo mas que o rapaz não conseguiu imprimir. Bem, depois de muita confusão um policial acabou conseguindo imprimir o BO em uma escola próxima. Eu fiquei muito chateada com o constrangimento dos policiais; mesmo com a maior boa vontade foi difícil resolver o problema.

Eu e o médico bonitão: eu fui em uma consulta médica e ao entrar no consultório me deparei com um médico de deixar a gente sem graça de tão bonito e charmoso. Sai do consultório comentando com o Sérgio da beleza do médico (ele não tem ciúmes). E o Sérgio indignado:"mas aquilo é homem bonito????" Então, fui realizar um exame que ele havia pedido e a médica do laboratório ficou com algumas dúvidas e ligou para o "bonitão", conversaram e quando retornou pra sala ela diz pra assistente: "vc não conhece o dr fulano, ?" "Ele não é gato, Marilena?" E falou um monte da beleza e charme do "meu médico". Placar: 2 x 0 pra beleza do médico. Pra ser sincera eu acho até chato ser consultada por um médico tão bonito; sei lá, fico meio tímida e com vontade de rir. Mas a semana que vem vou levar os resultados dos exames que fiz: um pouco de colírio não faz mal a ninguém!

Eu e a escova progressiva: no meme que participei no início do ano eu disse que este ano faria uma escova progressiva. TAREFA CUMPRIDA E APROVADA! Eu chego quase a dizer que a tal escova mudou a minha vida. Eu tenho o cabelo cacheado, com as raízes lisas. Mas não é que o bendito forme cachos como os da Ana Paula Arósio na novela; se eu deixá-lo secar naturalmente ele vira um emaranhado estranho e armado que me deixa com cara de doida varrida!!! É o verdadeiro cabelo bandido: ou está preso ou está armado. Quando não faço escova acabo deixando-o preso. Quando faço escova ele até fica legal, mas o menor resquício de umidade o deixa arrepiado. Todo dia de manhã, tinha que pelo menos dar uma "ajeitada" com secador e escova pra poder sair de casa. Eu acabava demorando mais pra arrumar o cabelo do que dar banho, trocar e colocar as crianças no carro e em pouco tempo ele já estava arrepiado de novo e eu acaba prendendo-o. CANSEI!!! Criei coragem e lá fui eu de máscara e tudo mergulhar no formol. Adorei o resultado: meu cabelo está liso, "lambido" (como minha mãe está adorando me dizer), eu levanto de manhã e ele está pronto pra sair de casa. Ontem fiquei mais de uma hora secando-o e em 15 minutos todo o volume que o secador conseguiu criar tinha desaparecido e lá estava eu com o cabelo lambido de novo: NÃO É MARAVILHOSO??? Estou super satisfeita e recomendo. Com tantas coisas prazerosas pra fazer estou adorando não precisar perder tempo secando cabelo.

Jul 8, 2008

Férias




Como é bom estar de férias!!! Acordar e poder ficar no sofá vendo TV ou dar uma passeada pela internet com calma e tranquilidade. Ter tempo pra ler, fazer trabalhos manuais, preparar uma comidinha gostosa e saudável pra família e conseguir resolver todas as pendências que com férias ou não aparecem em casa.

Só agora, com a chegada do mês de julho eu pude ter noção do quanto é bom estar de férias. Mas a partir do dia 29, as aulas recomeçam e eu estarei de férias novamente!!!!

E haja imaginação até lá pra manter a criançada ocupada. Aqui o dia tem começado um pouco mais tarde, ao invés de 6:30 da manha para as crianças, tudo começa as 8:00, mas o pique é total desde a hora que todo mundo sai da cama. Pra completar eles resolveram não dormir a tarde e a correria vai até as 9:00 (porque eu cai na besteira de prometer pro Edu que nas férias ele poderia ver o desenho
Charlie e Lola).


Tenho tentado mante-los ocupados porque criança sem atividade é briga na certa e até que tem dado certo; ao mesmo tempo a Luísa vai desenvolvendo métodos de fuga pra ficar junto aos irmãos!!!









Mantendo o Português das crianças

- Mama, eu posso comer as sereias? - Acho melhor voce comer as cerejas!