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Blue

No dia que chegou com 8 semanas
Blue foi o nome escolhido para o nosso cachorro. Ele é um Golden Retriever e nasceu no dia 20 de julho deste ano. Tem sido uma alegria muito grande em nossas vidas te-lo aqui com a gente.

Apesar do trabalho e das dificuldades de entendimento iniciai, até que estamos nos entendendo bem ultimamente e geralmente acertamos a comunicação atravez de latidos, caras e bocas e alguns gritos ignorados.

Como todo Golden Retriever, o Blue não passa sem ser notado em nenhuma situação: seja por ser muito comunicativo, por ser realmente lindo, ou por simplesmente considerar todo mundo como melhor amigo... positiva ou negativamente ele sempre dá um jeito de chamar a atenção.

A primeira vez que eu o levei na escola paguei o mico do ano: estacionei para pegar as crianças e deixei-o em cima do banco do passageiro. Bastou uma criança gritar "um filhotinho" para todas as crianças que estavam por ali correrem em direção ao meu carro, para desespero das professoras e auxiliares, e para a ira dos motoristas dos onibus escolares e da diretora da escola. Se eu não tivesse descido do carro, eu teria me escondido embaixo do banco com certeza!

Agora, o Blue vai comigo mas fica no chão, na parte de trás do carro. Depois que a maioria dos alunos foi embora, os onibus escolares sairam e a diretora entrou na escola, eu deixo que ele venha para fora brincar com os amiguinhos das crianças, que já ficam perto do carro esperando por ele.


Com o presente de natal
Esses dias fomos ao parque com ele e como estava muito frio o parque estava praticamente deserto. Só vimos um senhor (chinês?) empurrando uma menininha no balanço. As crianças ficaram nos brinquedos e eu me afastei com o Blue para caminhar um pouco. Como estava tudo muito deserto, soltei a coleira para ele correr um pouco e é claro que ele correu para fazer novos amigos: foi direto no balanço da menina.

Quem conhece a raça sabe que ele não ia fazer nada contra ela, mas o senhor parece que não conhecia: começou a levantar o balanço da menina e rodar feito um peão gritando "no, no no".

Eu consegui pegar o Blue rapidinho, mas apesar do desespero do homem, eu não consegui segurar o riso. Pedi desculpas varias vezes, sempre sorrindo (gargalhando por dentro) e percebi que não ia dar para soltar o meu cachorro super-social naquele momento. Só quando os dois foram embora que ele pôde correr mais um pouquinho sem o limite da coleira.